…um amor que não nasceu
Eu rasguei meu peito pra extirpar você
E o sangue que jorrava em meus olhos fervia
E os gritos desse amor que morria
Me condenavam por te deixar morrer
Sem querer me afoguei em profunda agonia
A qual me empurrava a um intenso sofrer
E vendo a morte, mas querendo viver,
Me atirei ao caos que por amor sofria
Então me restou sobreviver
Imerso em louca nostalgia
Sem conseguir te esquecer
Ora minhas noites são iguais aos dias
Já não tenho ocaso nem amanhecer
E a beleza restou-me cheia de ironia.
Robô Seguidor de Linha
Há 7 anos