eu...

...VOU AMAR, ATÉ QUE O AMOR ACEITE QUE ELE NÃO TEM QUE SER RECÍPROCO.

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domingo, 30 de março de 2008

soneto

dor de amor


como posso amanhã não sentir nada,
ante ao que ora meu coração reclama?!
se sinto a vida tão desfacelada
a reduzir-se na voracidade dessa chama?!

como posso contentar-me na esperança
de que toda paixão é passageira,
se tudo que resta por lembrança
só implora que esta seja a derradeira!

e assim se impõe essa dor soberana
tanto que a nobreza parece leviana
em tantos papéis num palco sozinha,

eis porque meu peito inflama
e querendo e não querendo chama
essa dor de amor só minha.

2 comentários:

tuiu disse...

Cara, só agora pude passar no seu canto para ver e e ouvir teus cantos. Um passeio agradável aos olhos, aos sentidos e aos sentimentos. O que nos agrada, exige sempre uma outra visita, daí porque não nego que voltarei mais vezes.

Abração e muita paz camarada!

Nina. disse...

gostei daqui.